domingo, 19 de dezembro de 2010

Introdução à série de posts sobre…

Não sei vocês, queridos e raros leitores, mas eu sou do tipo de pessoa que não sobrevive sem um bom seriado americano.

Atualmente, eu acompanho quatro deles e tenho planos de aumentar a carga dedicada agora que entrei de férias da Universidade.

Bom, esse post foi na verdade, uma introdução para que vocês entendam a razão de eu começar a fazer posts sucessivos sobre alguns seriados que marcaram minha vida ou que estão marcando ainda. Até para aqueles que eu assisti e me arrependi de ter perdido meu tempo.

Verdade seja dita, mesmo que você não goste de um seriado à primeira vista, é bem provável que a curiosidade vença e você termine assistindo até o final só para saber como tudo acaba.

E se tem algo que seriado consegue fazer é terminar sempre no maior clima de suspense, só para deixar você espectador matando cachorro a grito porque o próximo episódio é só na semana que vem.

Ou se você é do tipo que curte seriado de comédia, o final sempre vem acompanhado da piada concluinte de modo que é comum que o último som seja aquela risada como se uma plateia estivesse vendo o episódio com você.

Enfim, introdução encerrada, aguardem pelos posts com minhas opiniões, ora açucaradas ora azedas sobre os seriados que eu já assisti. Bom, sempre com um bom toque de humor “afro-descendente” que ninguém é de ferro.

sábado, 13 de novembro de 2010

Ho ho ho… O bom velhinho está chegando…

 
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Sim, ainda estamos em pleno começo de novembro e milhões de lugares já anunciam com alardes suas promoções imperdíveis de natal.
Como assim?!
A cada ano, venho notando e acho que vocês também, as compras de natal são mais e mais antecipadas. Se você passar em algum supermercado por aí, tenho certeza que já vai encontrar mais de vinte marcas de panetone e comidas natalinas pra vender para o consumidor mais “precavido” ou apressado eu diria.
O peru já está sendo escolhido, incluindo os acompanhamentos para o dito cujo. Enfeites e quem dirá a própria árvore já são parte do orçamento do mês de dezembro. Aliás, uma coisa que não compreendo é por quê as pessoas compram pinheiros para enfeitar?
Nós moramos no Brasil afinal de contas, e em boa parte do país não é esse tipo de vegetação que encontramos por aí. Então, por mais que a cultura norte-americana esteja enraizada nesse quesito, deixo uma sugestão para você leitor: por quê não inovar este ano?
Compre uma árvore típica brasileira para enfeitar.
Acho que voltarei a falar sobre esse assunto.
Mas, por enquanto, é só.
papai noel

sábado, 30 de outubro de 2010

Halloween

Bom, tendo em vista a chegada de uma das datas mais legais do ano, resolvi usar o tema do dia das bruxas pra fazer algumas montagens no Photoshop. Mas sem grandes expectativas, por favor. São montagens amadoras e justamente por isso ficaram tão engraçadas na minha opinião. Morcego vampiro

Espero que gostem!!! E para começar… HAPPY HALLOWEEN!!!!!!!!!Fantasma

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Uma pequena introdução, hehehe…. Agora as fotos:

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Elenco de Gossip Girl em estilo vampiro huahauhauhauahua

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Edward Cullen meio zumbi do mal kkkkkkkk

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Minha irmã disse que a Anahí ficou parecendo a caipora OUX!!

KESHA

It’$ Ke$ha baby e só

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HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Brincadeira, sem bem que esses dois aí nem precisam de Photoshop pra parecerem assombração de verdade…

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Serra não queria ser verde? Pois então ta aí!

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Que a Dilma é um cão dos infernos em termos de beleza a gente já sabia né?

ps: Espero que tenham gostado ou pelo menos se divertido! Smiley sexy

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Delírios da madrugada

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Esta foto eu tirei às quatro e quarenta e um da manhã de 26/10/2010.

Não, leitor, você não leu errado.

Eu tinha uma prova de química nesse dia e não sabia absolutamente nada. Então como boa desesperada que eu era, resolvi varar a madrugada estudando.

Mas eu sou o tipo da pessoa que depois de muito estudo fica meio maluca das ideias. Como se eu já não fosse maluca o suficiente.

Aqui estão os resultados da minha experiência fotográfica Smiley de boca aberta

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(Eu com a cara toda amassada às quatro e quarenta da manhã kkkkkkkk)

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Ah… O sol nascendo de cinco e vinte da manhã… Sabem de uma coisa? Todo mundo devia ver isso ao vivo, nem que seja uma vez na vida…

PS: A autora deste blog estuda sempre de véspera, não copiem seu exemplo hahaha Smiley de boca aberta

PS: Gostei dessa coisa de experiência fotográfica, vou tentar fazer outras vezes Alegre

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Moço, me vê uma coca-cola aí

 

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Dezenove de outubro de 2010.

Eu estava numa daquelas minhas tardes comuns, saindo de uma cansativa sequência de aulas e indo em direção ao ponto de ônibus. E lá estava eu sentada, esperando o CDU/SHOPPING via shopping passar. Um daqueles homens que vendem chicletes, água e outras coisas a mais estava ali como quem não quer nada, esperando um eventual cliente.

Eu não havia bebido uma gota de líquido a tarde inteira e estava um calor danado.

Eu estava morrendo de sede.

Foi então que se aproxima uma mulher com seus trinta anos e olha para o homem dos chicletes:

- Moço, me vê uma coca-cola aí.

Rapidamente, o homem abre o depósito de isopor e retira uma lata de coca-cola gelada, entregando-a para a mulher logo em seguida. A mulher paga o refrigerante e vem se sentar despreocupadamente ao meu lado. É bem provável que eu tenha sido a causa para ela ir embora. Afinal, eu não parava de encará-la com olhos desejosos.

Mal sabia ela que só o que eu queria era um bom gole da bendita coca-cola.

Finalmente o meu ônibus chega. Sento-me no banco, contente por não ter que passar meia hora em pé até chegar em casa. Mas a bendita coca-cola não saía da minha cabeça. Meu dinheiro estava curto esse mês, eu não podia me dar o luxo de comprar besteiras.

Passei a viagem inteira debatendo os prós e os contras da compra do refrigerante. Enfim o ônibus estaciona na minha parada e eu desço, ainda indecisa. Caminho em direção ao meu prédio, pressentindo a sensação de beber dois copos de água.

A sede queimou intensamente minha garganta, era como se ela reclamasse da minha escolha, não era de água que ela precisava.

Chego a dez passos da entrada do edíficio. E agora continuo ou ando mais um pouco até a padaria que está a uns vinte passos?

Minha garganta pareceu assumir o controle do meu corpo no lugar do meu cérebro. Afinal de contas eu ganhara uma carona no dia anterior, era como se eu tivesse um pequeno crédito na carteira guardado.

Entro na padaria e compro o refrigerante. Depois saio de lá com a felicidade e satisfação de quem carrega na mão um bilhete premiado da mega sena. Lembro-me de ainda dar o troco de bom grado para um menino de rua que me desejou uma ótima noite.

Assim que o elevador para no meu andar, retiro a tampa da garrafa e bebo quase metade do conteúdo de uma só vez.

Aaaaaahhhhhhh, nada paga o sabor de uma boa coca-cola quando a sede é grande. Parece que você está no céu por alguns deliciosos instantes. Simplesmente, 500 ml de puro prazer…

Ahhhhhh…. tão gelada….Ahhhhh…. acabou.

Ps: A autora deste blog é facilmente impressionável Smiley de boca aberta

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Proibido para maiores de 12 anos?

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Eu estou com dezoito primaveras passadas.

 Ou seja, estou dentro do grande grupo de pessoas que tem mais de doze anos.

Já reparou que quando somos crianças queremos logo crescer? Pois assim que completamos doze aninhos, já dizemos que não somos mais criancinhas e sim, pré-adolescentes. É por isso, que para nós maiores de doze anos, o dia da criança parece uma data meio esquisita, sem sentido para nós, a não ser para nosso vizinho de cinco anos ou para nosso sobrinho de dois anos, ou seja lá qual criança que a gente conheça.

Mas nesse post venho dizer algo que todos já sabem: todos tem uma criança morando dentro de si. E o que nos impede de comemorar o dia das crianças? Só porque tenho mais de doze anos?

Este poderia ser um dia no qual a gente aproveita para fazer aquelas coisas que a gente não faz há muito tempo. Eu aposto que todos possuem um hábito infantil que largaram por não ser “apropriado” a atual idade. Que tal tirar o dia para fazer aquilo que você adorava fazer quando tinha sete anos?

Tipo ler turma da Mônica, assistir desenho animado, brincar com as crianças como se você também fosse uma, comer aquele doce que só sua avó sabe fazer do jeito que você gosta…

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Eu mesma, devo confessar que estava até marcando com algumas amigas para sair no dia das crianças e fazer coisas que eu adorava( e fiz até os quinze anos). Por exemplo, lembro da sensação boa de andar num carrinho bate-bate, de ficar uma boa meia hora admirando os lançamentos de bonecas barbie( uma das minhas paixões quando criança) e depois de um dia cansativo de brincadeiras, deliciar-me com um bom mclanche feliz…

E aí, que tal voltar a ser criança só por um dia?

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Ps: Devo aqui dar um agradecimento especial ao “ O Blog da Reclamação”, foi por ter lido um post de lá que me veio a ideia deste daqui. Se você ficou curioso, dá uma passadinha lá e leia também! E bom, já que é dia das crianças, não resisti e deixei tudo colorido! Alegre

link:

O Blog da Reclamação

sábado, 9 de outubro de 2010

Batalha na Padaria

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Cair da tarde. Você está sentado no sofá num dia comum e não está com estômago para comer nada pesado no jantar.

E há também o fato de que você está no meio de uma dieta. De repente, bate aquela fome que te dá vontade de comer, mas não é suficiente para você fazer grande esforço na cozinha. Então, você vai até a geladeira, verifica os armários e constata que acabou seu estoque de pão integral, margarina light e frios mais light ainda. “Cadê o meu peito de peru e o meu queijo ricota?”, você se pergunta.

Você decide sair de casa e dar uma passada rápida na padaria para repor seu estoque.

A padaria, a temida padaria.

O lugar em que provavelmente você irá cometer um deslize na sua rígida dieta e gastar mais do que o seu bolso pode permitir.

Você pega a carteira e coloca apenas a quantidade estritamente necessária para fazer suas compras, garantindo que não vai se exceder, simplesmente porque não possui mais dinheiro para consumir coisas que sua barriga denunciará mais tarde. Saindo de casa, você caminha rápido e em um rápido instante chega ao campo de batalha. Você sabe que a luta começou porque o cheiro de pão quentinho invade suas narinas com força total.

Mas você não veio até ali para comprar pães quentinhos, fresquinhos e deliciosos, não mesmo. Você veio comprar um pacote de pão integral sem graça e sem gosto para acompanhar coisas sem gordura e sem sabor significativo. Você então entra e pega uma cestinha para colocar as compras.

Passa rapidamente pela seção de doces e finalmente encontra a prateleira com os pacotes de pão integral. Você decide levar logo dois pacotes, dessa forma evita ter que voltar tão cedo para a batalha. Escolhe uma margarina light, sem gordura trans, passa no balcão dos frios e pede porções de queijo ricota e peito de peru, finalizando com uma caixa de leite de soja.

Então, a derradeira hora se aproxima.

Você se dirige ao caixa para pagar as compras e aí depara com uma fornada de coxinhas que acabaram de sair do forno e uma funcionária coloca as bandejas no balcão de salgados. O cheiro inebria seus sentidos e você vai em direção ao balcão guiado pelo seu subconsciente. Tal qual um cachorro olhando uma leva de galetos assando, você fica hipnotizado com a aparência das tais coxinhas. Para piorar a situação, a funcionária o encara, como se estivesse perguntando o que você deseja. Ela revira os olhos impaciente e vai atender outro cliente mais decidido do que quer.

“Ah, umas coxinhas a mais ou a menos não vão fazer grande diferença”, você conclui. A funcionária começa a se aproximar e rapidamente você a chama.

- Vou querer 10 coxinhas pequenas.

A funcionária pega as coxinhas e as embrulha num saco de papel. Então volta a te encarar por um breve segundo.

- Deseja mais alguma coisa?

É aí que a guerra interna se instala em você. “Mais alguma coisa?” Você então realiza uma visão ampla do balcão e descobre que além de coxinhas quentinhas, há pastéis, empadinhas, pães de queijo e muitos outros salgados de dar água na boca.

Mas você já tinha concluído que só as coxinhas já eram suficientes.

Não, não eram.

- Hmm, coloca 5 de cada um dos salgados.

Você olha relutante. Está perdendo a batalha. A funcionária cumpre o pedido e lhe entrega o pacote com os salgados. Você pega o pacote e sai rapidamente antes que ela possa oferecer outra tentação aos seus olhos. A sensação de relaxamento dura pouco.

De volta à fila do caixa, passa um garotinho pequeno com um pedaço de bolo de chocolate. Seu preferido. Istantaneamente, você se pergunta onde a criança encontrou tal preciosidade. No balcão de doces, só podia ser. Outra discussão interna se trava na sua mente. Então você conclui que um pouco de doce não faz mal a ninguém.

Você se dirige ao balcão de doces. Outra funcionária o encara, e aí antes que ela possa sugerir que você quer mais alguma coisa, você já pede tudo que quer de uma vez.

- Me vê um pedaço desse bolo, dois sonhos de doce de leite, um brigadeiro grande e um bolinho de laranja.

Mais uma vez a funcionária executa o pedido rapidamente e lhe entrega o pacote com os doces. Você olha mais uma vez para o balcão, vendo se não há mais nada do seu interesse. É nesse momento que nota que não resta mais espaço algum na cestinha de compras.

Alguma coisa precisava ficar para trás.

Você decide ficar sem a margarina light e o leite de soja, mas em compensação, resolve pegar um pote de maionese e um tubo de catchup, para acompanhar os salgados. Finalmente, você considera que terminou sua tarefa e volta ao caixa. Mas você olha para aquela comida toda e termina concluindo que não precisa de dois sacos de pão integral. Você devolve um pacote e pega um refrigerante, afinal, você não vai conseguir digerir aquelas delícias tomando só água.

Volta ao caixa pela última vez.

O funcionário passa as compras e diz o valor final da conta, você abre sua carteira e descobre que não tem dinheiro suficiente para pagar tudo. Outras coisas precisavam ficar para trás. Sem dó nem piedade, você coloca a cestinha de lado com o pacote de pão integral, o queijo ricota e o peito de peru. Volta seu olhar para o funcionário e diz que só vai levar os salgados, os doces, o refrigerante, a maionese e o catchup. Refeitas as contas, você pode pagar as compras e ainda sobrou algumas poucas moedas.

Satisfeito, você sai alegremente da padaria e vai para casa. Chegando lá, se esbalda com todas aquelas comidinhas que tanto ama. “Sair da dieta só por um dia não faz mal a ninguém”, você conclui.

Depois de um jantar digno de rei, você vai assistir televisão e acaba adormecendo.

No dia seguinte, depois de um dia puxado de trabalho, você volta para casa, cansado, louco por uma refeição leve e uma boa noite de sono. Você se dirige até a cozinha e descobre que seu estoque de pão integral, margarina light, peito de peru e queijo ricota já acabou.

“Bom, preciso ir à padaria”, você conclui.

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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A relevância de um twett

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Dia 18 de setembro de 2010. Briguei com uma pessoa que significava muito para mim. Razão: dois twetts em que eu citava um trecho de uma música e uma frase de uma amiga. A pessoa achava que eu me referia a ela. E desde então a pessoa me bloquiou do seu mundo real e virtual.

Talvez ao ler esse texto a pessoa me interprete mal novamente e sinta ódio mortal de mim. Eu espero que a pessoa perceba o quanto eu tenho me sentido mal com tudo isso. Só conseguia me focar nessa discussão e acabava não me focando em nada. Foi então que surgiu a ideia de fazer um post para desabafar o aperto que estou sentindo.

Até onde um twett pode ser levado em consideração? Até que ponto algo de no máximo 140 caracteres pode chegar?

Bom, quando se é uma celebridade ou uma pessoa influente, acredito que o comportamento sempre deve vir carregado de uma certa responsabilidade devido a imagem perante a midia. Mas, para uma simples garota como eu, por quê elevar a tal ponto critico uma coisa publicada no twitter?

Grande parte das pessoas se viciou nessa rede social justamente pela falta de amarras que ela proporciona. É natural que seus seguidores em peso não te conheça pessoalmente, por isso, você não deve explicações no dia seguinte pelas frases que twitta.

Eu me impressiono por constatar, mas de 140 em 140 caracteres você pode compor uma mistura bombástica. Mistura essa que pode destruir uma amizade sólida, um interesse particular ou até um sentimento amoroso. Ou talvez eu deva constatar que uma relação que é mortalmente abalada por uma simples coisa como um twett não é uma relação sólida e verdadeira de fato. Fica a dúvida…

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Para ter a cocada, você tem que quebrar o coco

Dessa vez, resolvi fazer um post diferente do comum no blog.

Geralmente, eu escrevo minha opinião sobre coisas da mídia, mas dessa vez, pensei em falar de algo que aflige uma parte das pessoas que está no começo da graduação em uma universidade.

Eu por exemplo, faço engenharia na UFPE, e me encaixo nessa faixa de pessoas que está no inicio do curso. Mais precisamente, estou no segundo período, e passada aquela fase de alívio porque eu nunca mais seria forçada a estudar as disciplinas chatas, me deparo com as matérias da faculdade.

Acho que é mais do que normal você escolher um curso que te oferece uma certa segurança, ou seja, que as chances de que você vai conseguir um emprego são grandes. Só que esse ponto de vista, acaba por nos deixar presos a poucas opções de curso.

Ainda não entendeu o que estou dizendo? Bom, é só pensar o seguinte: é bem provável que quando um aluno está na escola, ele tenta descobrir quais são as coisas que ele gosta de estudar, ou em último caso, aquelas que ele pode suportar. E baseado nisso, ele escolhe sua profissão de modo que ele possa ganhar a maior quantidade de dinheiro possível com as disciplinas que ele possui facilidade. Por exemplo, se alguém é bom em humanas, logo vem os pais dizendo pra escolher Direito como o curso da universidade.

Não estou dizendo que todo mundo segue essa regra. Mas temos que admitir que boa parte escolhe seu curso de graduação assim.

Eu mesma, admito, sempre fui boa em exatas, então estou aqui fazendo engenharia. Porém, a verdade é que apesar de eu gostar de matemática eu adoraria mesmo é poder viver das coisas que escrevo.

Eu queria ser escritora.

E quando disse isso ao meu pai, ele foi bem sincero comigo. As palavras dele foram: – Minha filha, se quer perder seu tempo sendo escritora, perca. Mas vou lhe avisando que debaixo da ponte você não vai conseguir usar um computador.

Essas foram as palavras encorajadoras que recebi do meu pai. E acredito que todos os dias em todos os lugares desse planeta, várias pessoas tem seus desejos arruinados por conta de frases como estas.

Acho que já está na hora de as pessoas viverem por aquilo que gostam. Infelizmente, é bem raro conciliar prazer na atividade profissional e rendimento alto.

Nos resta apenas jogar tudo pro ar? Enfim, é triste dizer,mas muitas vezes na vida temos que fazer a escolha que não queríamos escolher.

O que eu quero deixar de mensagem pra quem leu esse texto é que não desistam do que vocês realmente querem da vida.

Você pode estar aí se perguntando, ora, como ela pode dizer isso se ela mesma não está fazendo o que gosta?

Aí meu caro amigo leitor, é que você se engana. Eu escrevo. Escrevo constantemente. E estou fazendo engenharia para um dia ter condições de realizar meu sonho. Afinal sou brasileira e não desisto nunca.

Para ter a cocada, você tem que quebrar o coco. Às vezes, quebrar o coco é bem dificil, exaustivo e demorado. Mas nada se compara ao doce sabor da cocada.

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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

OTOMEN – Um doce de garoto

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Admito que ultimamente, eu tenho assistido muitos animes do estilo shounen, mas na hora de ler, eu me derreto mesmo é com os do estilo shoujo.
Atualmente, estou lendo um chamado Otomen, autoria de Aya Kanno. A série está em andamento, por isso as publicações aqui no Brasil são bimestrais.
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O mangá conta a história de Asuka Masamune, um garoto que desde criança tem gostos femininos, ou seja, adora coisas fofinhas e doces, além de ser muito bom em culinária e costura. O grande problema é que o pai de Asuka foi embora de casa abandonando sua família, porque dizia que queria ser mulher. A partir disso, a mãe de Asuka exige que o filho seja um modelo de masculinade, e ele o faz com medo de que sua mãe passe mal novamente.
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Só que certo dia, uma nova aluna entra no colégio em que Asuka estuda e ele se apaixona profundamente por ela. E ele acaba não conseguindo essconder seu verdadeiro eu para ela. Asuka é um garoto puro e romântico, por isso, sua relação com sua amada, Ryo Miyakozuka demora muito para evoluir.
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Para esquentar ainda mais a história, surgem vários personagens únicos, como o melhor amigo de Asuka, Juta Tachibana, que na verdade é um mangaká que usa a vida de Asuka como inspiração para seu mangá shoujo. Juta, passa todo o tempo observando Asuka, mas ele também precisa esconder esse segredo, pois ele teme perder o amigo se Asuka descobrir a verdade.
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Enfim, Otomen – um doce de garoto é o que o título sugere, uma história fofa, engraçada e com um traço muito bonito. Eu recomendo totalmente. Até porque, para nós garotas, é difícil não se apaixonar por um garoto como Asuka, másculo e forte, mas com gostos tão bonitinhos.
PS1.: Olha eu aparecendo aqui! Logo no começo do post, coloquei uma foto minha na qual estou segurando alguns volumes de Otomen *-------*
PS2.: Bom, não consegui encontrar link para ler Otomen em português, até porque a Panini publica o mangá e possui os direitos dele, logo é bem improvável que alguém disponibilize na internet. Mas, encontrei um site que tem scans em inglês, e assim, podemos "quebrar o galho": http://www.mangareader.net/434/otomen.html.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

SuperHeroCON 2010

A SuperHerCON no Recife foi, em poucas palavras, um evento sensacional e memóravel.

Houve diversas atividades ligadas à cultura japonesa, dentre elas, karaokê, exibição de animes, uso de videogames,shows e por aí vai.

Os stands estavam repletos de produtos relacionados aos mangás e animes que nós tanto amamos(pelo menos eu amo).

E como não poderiam faltar, lá também estavam os cosplays, pessoas que se caracterizam de acordo com um personagem de mangá ou anime. Era impossível vê—los e não admirar o trabalho que tiveram para copiar cada detalhe do personagem. E não parou pelos mangás japoneses, houve quem veio fantasiado até de Lula(nosso presidente) e A Bela, de A Bela e a Fera.

E aí, já viu esta cena: Silvio Santos vs Power Ranger Verde. No @superherocon sim #shc2010

Para minha alegria e do público do SHC2010, a praça de alimentação estava abastecida com comida japonesa, incluindo sushi, yakisoba e até o famoso takoyaki. Houve vários concursos também, como o de karaokê, o de games e um inusitado, porém divertido, concurso de kame hame ha.

O evento contou com a participação do Wendel Bezerra, dublador de tantos personagens conhecidos que até fica difícil destacar alguns. Mas não temos dúvida de que no gosto do público, os mais famosos são o Goku de Dragon Ball e o Bob Esponja. Foi hilário assistí-lo fazendo suas performances como Goku e Bob Esponja. Não posso deixar de lembrar como foi divertida a experiência de vê-lo cantar ao vivo a música do amendobobo e executar um kame hame ha na voz de Goku e até na de Bob Esponja.

Enfim, a SuperHeroCON2010 aqui no Recife foi incrível, tanto que até me arrependi de não ter feito um cosplay ou cantado uma música no karaokê. Mas, próximo ano estarei lá novamente e dessa vez, espero aproveitar ainda mais o melhor evento relacionado a mangás e animes da cidade.

PS: Para quem ficou curioso sobre o concurso de kame hame ha, aqui você pode ter um gostinho de como foi. 

  

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Abaixo ALEJANDRO

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Admito que gosto das músicas da Lady Gaga e que seus clipes são tecnicamente muito bem feitos. Com batidas dançantes, seus hits conquistaram uma legião de fãs. Mas, após tantos clipes bons, o que aconteceu com o mais recente, Alejandro?

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Qual a razão para esse clipe estar recheado de referências sexuais, incluindo até orgias? Provocação? Ou falta de criatividade? É possível que a demanda por lançamentos frequentes tenha ocasionado a queda da qualidade do clipe. Porque até Lady Gaga, que sempre se reinventa, tem caído no clichê de produzir vídeos que obedecem a uma fórmula.

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Alejandro, com seus quase nove minutos de duração, reserva boa parte do tempo com cenas que desrespeitam à igreja ou cenas de sexo com homens diferentes. Desde a parte em que Gaga engole um crucifixo e usa roupas que remetem à ideia de que ela interpreta uma freira no vídeo, até ela em várias posições em uma cama com vários parceiros. Ela tinha mesmo que chegar a tal ponto?

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No caminho que está seguindo, Lady Gaga vai passar a produzir vídeos pornôs ao invés de clipes. Transmitir novas ideias num clipe e mostrar suas opiniões é sempre bem-vindo desde que se tenha respeito. E o que ela fez com a igreja não é correto. Falo isso também como fã. que espera o mínimo de coerência do artista que admira. Desejo de fato que na próxima vez, ela tenha um melhor planejamento, pelo bem da indústria pop e de quem gosta de suas músicas(como eu).

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LadyGaga-180510 PS.: Para quem ainda não assistiu ao clipe Alejandro e quer conferir o por quê da minha crítica, aqui você pode ver o vídeo: