sábado, 30 de outubro de 2010

Halloween

Bom, tendo em vista a chegada de uma das datas mais legais do ano, resolvi usar o tema do dia das bruxas pra fazer algumas montagens no Photoshop. Mas sem grandes expectativas, por favor. São montagens amadoras e justamente por isso ficaram tão engraçadas na minha opinião. Morcego vampiro

Espero que gostem!!! E para começar… HAPPY HALLOWEEN!!!!!!!!!Fantasma

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Uma pequena introdução, hehehe…. Agora as fotos:

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Elenco de Gossip Girl em estilo vampiro huahauhauhauahua

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Edward Cullen meio zumbi do mal kkkkkkkk

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Minha irmã disse que a Anahí ficou parecendo a caipora OUX!!

KESHA

It’$ Ke$ha baby e só

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HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Brincadeira, sem bem que esses dois aí nem precisam de Photoshop pra parecerem assombração de verdade…

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Serra não queria ser verde? Pois então ta aí!

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Que a Dilma é um cão dos infernos em termos de beleza a gente já sabia né?

ps: Espero que tenham gostado ou pelo menos se divertido! Smiley sexy

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Delírios da madrugada

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Esta foto eu tirei às quatro e quarenta e um da manhã de 26/10/2010.

Não, leitor, você não leu errado.

Eu tinha uma prova de química nesse dia e não sabia absolutamente nada. Então como boa desesperada que eu era, resolvi varar a madrugada estudando.

Mas eu sou o tipo da pessoa que depois de muito estudo fica meio maluca das ideias. Como se eu já não fosse maluca o suficiente.

Aqui estão os resultados da minha experiência fotográfica Smiley de boca aberta

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(Eu com a cara toda amassada às quatro e quarenta da manhã kkkkkkkk)

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Ah… O sol nascendo de cinco e vinte da manhã… Sabem de uma coisa? Todo mundo devia ver isso ao vivo, nem que seja uma vez na vida…

PS: A autora deste blog estuda sempre de véspera, não copiem seu exemplo hahaha Smiley de boca aberta

PS: Gostei dessa coisa de experiência fotográfica, vou tentar fazer outras vezes Alegre

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Moço, me vê uma coca-cola aí

 

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Dezenove de outubro de 2010.

Eu estava numa daquelas minhas tardes comuns, saindo de uma cansativa sequência de aulas e indo em direção ao ponto de ônibus. E lá estava eu sentada, esperando o CDU/SHOPPING via shopping passar. Um daqueles homens que vendem chicletes, água e outras coisas a mais estava ali como quem não quer nada, esperando um eventual cliente.

Eu não havia bebido uma gota de líquido a tarde inteira e estava um calor danado.

Eu estava morrendo de sede.

Foi então que se aproxima uma mulher com seus trinta anos e olha para o homem dos chicletes:

- Moço, me vê uma coca-cola aí.

Rapidamente, o homem abre o depósito de isopor e retira uma lata de coca-cola gelada, entregando-a para a mulher logo em seguida. A mulher paga o refrigerante e vem se sentar despreocupadamente ao meu lado. É bem provável que eu tenha sido a causa para ela ir embora. Afinal, eu não parava de encará-la com olhos desejosos.

Mal sabia ela que só o que eu queria era um bom gole da bendita coca-cola.

Finalmente o meu ônibus chega. Sento-me no banco, contente por não ter que passar meia hora em pé até chegar em casa. Mas a bendita coca-cola não saía da minha cabeça. Meu dinheiro estava curto esse mês, eu não podia me dar o luxo de comprar besteiras.

Passei a viagem inteira debatendo os prós e os contras da compra do refrigerante. Enfim o ônibus estaciona na minha parada e eu desço, ainda indecisa. Caminho em direção ao meu prédio, pressentindo a sensação de beber dois copos de água.

A sede queimou intensamente minha garganta, era como se ela reclamasse da minha escolha, não era de água que ela precisava.

Chego a dez passos da entrada do edíficio. E agora continuo ou ando mais um pouco até a padaria que está a uns vinte passos?

Minha garganta pareceu assumir o controle do meu corpo no lugar do meu cérebro. Afinal de contas eu ganhara uma carona no dia anterior, era como se eu tivesse um pequeno crédito na carteira guardado.

Entro na padaria e compro o refrigerante. Depois saio de lá com a felicidade e satisfação de quem carrega na mão um bilhete premiado da mega sena. Lembro-me de ainda dar o troco de bom grado para um menino de rua que me desejou uma ótima noite.

Assim que o elevador para no meu andar, retiro a tampa da garrafa e bebo quase metade do conteúdo de uma só vez.

Aaaaaahhhhhhh, nada paga o sabor de uma boa coca-cola quando a sede é grande. Parece que você está no céu por alguns deliciosos instantes. Simplesmente, 500 ml de puro prazer…

Ahhhhhh…. tão gelada….Ahhhhh…. acabou.

Ps: A autora deste blog é facilmente impressionável Smiley de boca aberta

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Proibido para maiores de 12 anos?

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Eu estou com dezoito primaveras passadas.

 Ou seja, estou dentro do grande grupo de pessoas que tem mais de doze anos.

Já reparou que quando somos crianças queremos logo crescer? Pois assim que completamos doze aninhos, já dizemos que não somos mais criancinhas e sim, pré-adolescentes. É por isso, que para nós maiores de doze anos, o dia da criança parece uma data meio esquisita, sem sentido para nós, a não ser para nosso vizinho de cinco anos ou para nosso sobrinho de dois anos, ou seja lá qual criança que a gente conheça.

Mas nesse post venho dizer algo que todos já sabem: todos tem uma criança morando dentro de si. E o que nos impede de comemorar o dia das crianças? Só porque tenho mais de doze anos?

Este poderia ser um dia no qual a gente aproveita para fazer aquelas coisas que a gente não faz há muito tempo. Eu aposto que todos possuem um hábito infantil que largaram por não ser “apropriado” a atual idade. Que tal tirar o dia para fazer aquilo que você adorava fazer quando tinha sete anos?

Tipo ler turma da Mônica, assistir desenho animado, brincar com as crianças como se você também fosse uma, comer aquele doce que só sua avó sabe fazer do jeito que você gosta…

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Eu mesma, devo confessar que estava até marcando com algumas amigas para sair no dia das crianças e fazer coisas que eu adorava( e fiz até os quinze anos). Por exemplo, lembro da sensação boa de andar num carrinho bate-bate, de ficar uma boa meia hora admirando os lançamentos de bonecas barbie( uma das minhas paixões quando criança) e depois de um dia cansativo de brincadeiras, deliciar-me com um bom mclanche feliz…

E aí, que tal voltar a ser criança só por um dia?

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Ps: Devo aqui dar um agradecimento especial ao “ O Blog da Reclamação”, foi por ter lido um post de lá que me veio a ideia deste daqui. Se você ficou curioso, dá uma passadinha lá e leia também! E bom, já que é dia das crianças, não resisti e deixei tudo colorido! Alegre

link:

O Blog da Reclamação

sábado, 9 de outubro de 2010

Batalha na Padaria

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Cair da tarde. Você está sentado no sofá num dia comum e não está com estômago para comer nada pesado no jantar.

E há também o fato de que você está no meio de uma dieta. De repente, bate aquela fome que te dá vontade de comer, mas não é suficiente para você fazer grande esforço na cozinha. Então, você vai até a geladeira, verifica os armários e constata que acabou seu estoque de pão integral, margarina light e frios mais light ainda. “Cadê o meu peito de peru e o meu queijo ricota?”, você se pergunta.

Você decide sair de casa e dar uma passada rápida na padaria para repor seu estoque.

A padaria, a temida padaria.

O lugar em que provavelmente você irá cometer um deslize na sua rígida dieta e gastar mais do que o seu bolso pode permitir.

Você pega a carteira e coloca apenas a quantidade estritamente necessária para fazer suas compras, garantindo que não vai se exceder, simplesmente porque não possui mais dinheiro para consumir coisas que sua barriga denunciará mais tarde. Saindo de casa, você caminha rápido e em um rápido instante chega ao campo de batalha. Você sabe que a luta começou porque o cheiro de pão quentinho invade suas narinas com força total.

Mas você não veio até ali para comprar pães quentinhos, fresquinhos e deliciosos, não mesmo. Você veio comprar um pacote de pão integral sem graça e sem gosto para acompanhar coisas sem gordura e sem sabor significativo. Você então entra e pega uma cestinha para colocar as compras.

Passa rapidamente pela seção de doces e finalmente encontra a prateleira com os pacotes de pão integral. Você decide levar logo dois pacotes, dessa forma evita ter que voltar tão cedo para a batalha. Escolhe uma margarina light, sem gordura trans, passa no balcão dos frios e pede porções de queijo ricota e peito de peru, finalizando com uma caixa de leite de soja.

Então, a derradeira hora se aproxima.

Você se dirige ao caixa para pagar as compras e aí depara com uma fornada de coxinhas que acabaram de sair do forno e uma funcionária coloca as bandejas no balcão de salgados. O cheiro inebria seus sentidos e você vai em direção ao balcão guiado pelo seu subconsciente. Tal qual um cachorro olhando uma leva de galetos assando, você fica hipnotizado com a aparência das tais coxinhas. Para piorar a situação, a funcionária o encara, como se estivesse perguntando o que você deseja. Ela revira os olhos impaciente e vai atender outro cliente mais decidido do que quer.

“Ah, umas coxinhas a mais ou a menos não vão fazer grande diferença”, você conclui. A funcionária começa a se aproximar e rapidamente você a chama.

- Vou querer 10 coxinhas pequenas.

A funcionária pega as coxinhas e as embrulha num saco de papel. Então volta a te encarar por um breve segundo.

- Deseja mais alguma coisa?

É aí que a guerra interna se instala em você. “Mais alguma coisa?” Você então realiza uma visão ampla do balcão e descobre que além de coxinhas quentinhas, há pastéis, empadinhas, pães de queijo e muitos outros salgados de dar água na boca.

Mas você já tinha concluído que só as coxinhas já eram suficientes.

Não, não eram.

- Hmm, coloca 5 de cada um dos salgados.

Você olha relutante. Está perdendo a batalha. A funcionária cumpre o pedido e lhe entrega o pacote com os salgados. Você pega o pacote e sai rapidamente antes que ela possa oferecer outra tentação aos seus olhos. A sensação de relaxamento dura pouco.

De volta à fila do caixa, passa um garotinho pequeno com um pedaço de bolo de chocolate. Seu preferido. Istantaneamente, você se pergunta onde a criança encontrou tal preciosidade. No balcão de doces, só podia ser. Outra discussão interna se trava na sua mente. Então você conclui que um pouco de doce não faz mal a ninguém.

Você se dirige ao balcão de doces. Outra funcionária o encara, e aí antes que ela possa sugerir que você quer mais alguma coisa, você já pede tudo que quer de uma vez.

- Me vê um pedaço desse bolo, dois sonhos de doce de leite, um brigadeiro grande e um bolinho de laranja.

Mais uma vez a funcionária executa o pedido rapidamente e lhe entrega o pacote com os doces. Você olha mais uma vez para o balcão, vendo se não há mais nada do seu interesse. É nesse momento que nota que não resta mais espaço algum na cestinha de compras.

Alguma coisa precisava ficar para trás.

Você decide ficar sem a margarina light e o leite de soja, mas em compensação, resolve pegar um pote de maionese e um tubo de catchup, para acompanhar os salgados. Finalmente, você considera que terminou sua tarefa e volta ao caixa. Mas você olha para aquela comida toda e termina concluindo que não precisa de dois sacos de pão integral. Você devolve um pacote e pega um refrigerante, afinal, você não vai conseguir digerir aquelas delícias tomando só água.

Volta ao caixa pela última vez.

O funcionário passa as compras e diz o valor final da conta, você abre sua carteira e descobre que não tem dinheiro suficiente para pagar tudo. Outras coisas precisavam ficar para trás. Sem dó nem piedade, você coloca a cestinha de lado com o pacote de pão integral, o queijo ricota e o peito de peru. Volta seu olhar para o funcionário e diz que só vai levar os salgados, os doces, o refrigerante, a maionese e o catchup. Refeitas as contas, você pode pagar as compras e ainda sobrou algumas poucas moedas.

Satisfeito, você sai alegremente da padaria e vai para casa. Chegando lá, se esbalda com todas aquelas comidinhas que tanto ama. “Sair da dieta só por um dia não faz mal a ninguém”, você conclui.

Depois de um jantar digno de rei, você vai assistir televisão e acaba adormecendo.

No dia seguinte, depois de um dia puxado de trabalho, você volta para casa, cansado, louco por uma refeição leve e uma boa noite de sono. Você se dirige até a cozinha e descobre que seu estoque de pão integral, margarina light, peito de peru e queijo ricota já acabou.

“Bom, preciso ir à padaria”, você conclui.

batalha na padaria 1 

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A relevância de um twett

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Dia 18 de setembro de 2010. Briguei com uma pessoa que significava muito para mim. Razão: dois twetts em que eu citava um trecho de uma música e uma frase de uma amiga. A pessoa achava que eu me referia a ela. E desde então a pessoa me bloquiou do seu mundo real e virtual.

Talvez ao ler esse texto a pessoa me interprete mal novamente e sinta ódio mortal de mim. Eu espero que a pessoa perceba o quanto eu tenho me sentido mal com tudo isso. Só conseguia me focar nessa discussão e acabava não me focando em nada. Foi então que surgiu a ideia de fazer um post para desabafar o aperto que estou sentindo.

Até onde um twett pode ser levado em consideração? Até que ponto algo de no máximo 140 caracteres pode chegar?

Bom, quando se é uma celebridade ou uma pessoa influente, acredito que o comportamento sempre deve vir carregado de uma certa responsabilidade devido a imagem perante a midia. Mas, para uma simples garota como eu, por quê elevar a tal ponto critico uma coisa publicada no twitter?

Grande parte das pessoas se viciou nessa rede social justamente pela falta de amarras que ela proporciona. É natural que seus seguidores em peso não te conheça pessoalmente, por isso, você não deve explicações no dia seguinte pelas frases que twitta.

Eu me impressiono por constatar, mas de 140 em 140 caracteres você pode compor uma mistura bombástica. Mistura essa que pode destruir uma amizade sólida, um interesse particular ou até um sentimento amoroso. Ou talvez eu deva constatar que uma relação que é mortalmente abalada por uma simples coisa como um twett não é uma relação sólida e verdadeira de fato. Fica a dúvida…